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Jamie Oliver Q&A As Receitas que nos Fazem Felizes

1. O que inspirou a criar este novo programa, 'As Receitas que nos Fazem Felizes'? 

'As Receitas que nos Fazem Felizes' é um livro que sempre tive em mente, mas nunca tive a oportunidade de o escrever. Os meus últimos livros foram ditados pela vontade do público: pediram refeições super rápidas e escrevi em 30 minutos com Jamie Oliver, depois em 15 minutos com Jamie Oliver – e também receitas que não esvaziassem a carteira porque estamos numa recessão – e então escrevi 'Poupe com Jamie'. Este livro é o fruto da minha liberdade para escrever: é a comida que cozinho quando quero celebrar, quando estou entusiasmado ou quando quero mimar os meus entes queridos. É sobre cheiros, sons e sabores. Sobre as receitas que acertam em cheio e que têm a capacidade de extrair sentimentos explícitos e velhas memórias, ao mesmo tempo que criam novas.

2. Qual é o seu prato favorito em 'As Receitas que nos Fazem Felizes '? 

Perguntam-me sempre isso em cada livro mas nunca consigo responder. Quando se passa tanto tempo a escrever e a desenvolver receitas como eu faço... Elas tornam-se um pouco como as nossas crianças

E nunca podemos escolher o nosso filho favorito!

3. Enquanto reinventa um prato clássico britânico, acha difícil encontrar um equilíbrio entre a receita original e a inclusão das suas variantes? 

Não creio que difícil seja a palavra correcta. É mais excitante do que outra coisa qualquer, especialmente neste livro porque levei as receitas ao limite para poderem ser melhores do que nunca. Por exemplo, na torta do pastor, a maioria das pessoas coloca batata no topo mas tradicionalmente é suposto ter batata no fundo e nos lados para conseguir um borrego delicioso envolvido por batata fofa e estaladiça. Eu elevei a fasquia disso e é muito excitante.

4. Inspira-se em cozinhas internacionais enquanto reinventa um prato clássico britânico?

Por vezes, mas nem sempre. Como sabe, eu viajo imenso e estou sempre a aprender com todos os chefs que e cozinheiros que encontro. Mas, muitas vezes, com os clássicos britânicos é uma questão de apenas dar um pequeno toque, seja cortar melhor a carne ou usar pequenos truques para tornar algo um pouco mais especial.

5. Acha importante continuar a cozinhar pratos que são passados de geração em geração, para manter a herança culinária viva? 

Sim, claro! Temos de manter os pratos de sempre bem vivos. Mas também considero importante que continuemos a aprender sobre a comida das outras culturas. Em Inglaterra temos sorte porque basta descer a rua e temos comida italiana, indiana, chinesa e até francesa e espanhola. Temos bastante mais variedade do que, por exemplo, Itália, em que raramente encontramos um restaurante que não seja italiano.

6. Há alguma comida da sua infância que, apesar das suas tentativas, não sabe tão bem como se fosse cozinhado pela sua mãe/pai/família/inventor da receita?

O frango assado da mãe com toda a guarnição. Sempre foi um dos meus favoritos.

7. Em 'As Receitas que nos Fazem Felizes', cozinha em casa com a ajuda dos seus filhos. Cozinhar juntos e em família é importante para si?

Bastante. Sempre achei tremendamente importante que os miúdos se envolvessem na comida em tenra idade. Eu iniciei os meus com trabalhos simples como desfazer ervas, para os entusiasmar pela comida. Agora estamos num nível em que todos eles têm a sua tarefa. A Daisy está encarregada dos temperos da salada. Eles adoram!

8 Como é que a sua abordagem à culinária se alterou desde que criou o seu primeiro programa de culinária, The Naked Chef?

Na realidade não se alterou. A minha abordagem foi sempre no sentido de fazer comida de qualidade que sabe incrivelmente bem e com um aspecto incrível, mas no sentido de fazer com que as pessoas queiram fazer elas próprias e não tenham medo de tentar. Tenho sempre tentado desmistificar a comida, pelo menos um pouco, quer se esteja a começar na cozinha ou já se seja bastante bom.


Jamie Oliver Q&A As Receitas que nos Fazem Felizes
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